sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Ela (por gigante)

Ela pegou minha atenção, com seu jeitinho carinhoso de ser, de conversar, de escrever e de mostrar seus sentimentos. Foi derrepente que nem aqueles infartos fulminantes. Ela me fez querer abrir mais meu coração com sua conversa boa e gostosa, seus cabelos morenos me laçaram e seus lindos olhos escuros me fizeram cego. Cego de amor, cego de paixão, daquelas q passa e arranca tudo pelo caminho.
Seu jeito atleticana de ser (GAAALO!!!), suas manias e virtudes, suas palavras me comovem.
É. Eu te amo
Ajudar não machuca!(Por Gigante)
(Texto original e sem preocupações com a norma culta)

Eu andava pela avenida bento simão, despreocupado com a vida, pensando bem o que farei e o que dexei de fazer, pensando numa soluções para pequenos problemas da minha vida que me encomodam sempre, como por exemplo perder aquela banha na barriga. Pois bem, continuando, tava eu dando minha caminhada até minha aula de Boxe, o que explica minha mão toda arrebentada, e eu me deparo com aquela cena em que todos pensariam: - Ai que nojo!!!
porem não foi o meu sentimento naquele momento.
Me deparei com uma árvore cheia, cheia não. Lotada de morcegos, pois era noite e aquele é um famoso ponto de encontros de morcegos a noite, dizia o morador a frente da tal casa. Não reparava muito nesse interessante fato e esperei para ver o que que ia acontecer desta cena "chocante"
E claro, o inevitavel aconteceu, os morcegos sairam voando para outro loca, mas um deles, pelo que parecia, um filhote, caiu no chão e não conseguia voar, parecia muito novo ainda para tal árdua tarefa. Tirei o nojo do fundo da minha alma, igual campeonato de escarro a distância e peguei o pobre filhote do meio da rua, local que tal figura tinha se estribuchado no chão.
Ele estava assustado mas não machucado, um fato impressionante relacionado à altura da queda, então o coloquei devolta em seu lar, a árvore das belas quaresmeiras que começaram a brotar. Pensei no fato e lembrei de uma peça de teatro realizada por mim e meus colegas e escrita por nossa colega, Laura Cohen. Não importa a diferença das pessoas ou animais, ajude-os com boa vontade e com certeza voce receberá em troca, nem que seja um mero abraço, mas um abraço com um gosto à mais, da amizade esterna.

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Pra que?

Pra que arrumar a cama
se depois
Vou desarrumar
Pra que acordar
se depois
voltarei a durmir
Pra que escrever este poema
se depois
será esquecido e ultrapassado por outras postagens

Pra que comprar coisas caras
se depois
vem os juros altos
Pra que pensar em você
se depois
sentirei saldades
Pra que me apaixonar
se depois
irei amar
Pra que?
Para todas as perguntas uma resposta
Pra aproveitar a vida ao máximo
e as coisas bobas da vida.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Tosco



Que coisa tosca você é?


é...eu sou normal.
constante
hehehhe
e vc??

Maravilhas do Mundo Moderno

Seguinte, estive pensando bem sobre as maravilhas do mundo moderno
aquelas em que você olha e fica horas e horas com os olhos grudados, com a atenção completamente presa onde o mundo pode cair atraz de você que a atenção é ainda posse do objeto...
aí que eu imagino:
Se a Barata é a última q morre em um acidente nuclear e a esperança é a última q morre, entao a esperança é uma barata???
entendeu o texto?
poisé
nem eu
momentos de pensamentos inconstantes.
é a volta às aulas =)

Poesia de Bêbado

Ô, meu amigo, Cer veja bem,
Campari as coisas
E champanhe meu raciocínio:
A vida é Drurys,
Mas dá muitas vodkas;
Eu vinho de longe,
Só com um ponche nos ombros,
Estava kaiser desanimando,
Mas encontrei uma caipirinha
Ao passear no chopp,
E me Amaretto nela.
Seu nome é Natasha, e
Apesar de já ter 51,
Estou vivendo uma paixão aguardente,
Por isso repito:
Cer veja bem,
Nem tudo é rum,
E sempre pinga
Alcóol de bom.