Eu tinha por volta de 9 anos de idade, nascido na cidade de Siracusa, leste da Sicília, Itália. Adorava brincar nas ruas sujas de terra e areia da árida e bela Sicília. Era época de colheita das azeitonas. Lindas azeitonas pretas e verdes, e depois dessa época, a padaria do sinhore constatino ficava cheia de deliciosos pães de azeite. Pães que desmanchavam na boca.
- Bom dia Sinhore Constantino, disse eu, entusiasmado com os novos pãezinhos
- Bonna Cera Vitório, Comestai?, disse o velho e simpático padeiro
Sinhore Constantino. Um senhor muito bondoso, com um enorme coração, mas que tinha sérios problemas em sua vida. Vivia sendo seguido por vários senhores, alguns mal vestidos, outros com o mais chique terno de linho. E passou-se a data da colheita, e Sr. Constantino nao vendia pães suficientes, mas eu, todos os dias, comprava seus deliciosos pães. Bati na porta da padaria, que estava entreaberta.
-Estranho. O sinhore nunca deixa sua loja aberta,eu disse
Entrei, como sempre.
Observei a cena mais horrível do mundo. Sr Constantino recebendo, o que infelizmente merecia.
La Cosa Nostra nao perdoa, e nunca perdoaria a grande dívida de Constantino.
Sentirei saudades dos pães de azeite.
Não prometo escrever de acordo com as normas gramaticais...mas prometo escrever com o coração!
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Eu mereço, deus?
Sentado no banco do shopping esperando sua chegada.Nem acreditava q eu ia te conhecer!
Finalmente iria te ver depois te tantas conversas por telefone e por mensagens via internet, conhecidas como messenger ou e-mail.
Era uma dia especial. Muito especial.
E você chega, sobe a escada rolante e os minutos começam a passar mais devagar. Eu digo devagar mesmo. Tipo horas.
Aí você subiu o resto da escada e virou para mim.
Vi seu rosto angelical e olhei para o céu e me pergunte:
"Meu deus, o que que eu fiz para merecer isso? Doei 1 milhão de reais para caridade? Ajudei os meninos de rua? Dei comida e casa aos desabrigados? Ajudei os idosos e deficientes físicos? Não...não fiz nada disso!! Talvez eu seja mesmo um cara de sorte!."
Só de olhar para suas fotos sonho em te ver dinovo
sonho e pergunto a deus se preciso fazer alguma boa ação para realmente merecer estar perto de você e poder novamente viver segundos, minutos, horas ao seu lado.
Finalmente iria te ver depois te tantas conversas por telefone e por mensagens via internet, conhecidas como messenger ou e-mail.
Era uma dia especial. Muito especial.
E você chega, sobe a escada rolante e os minutos começam a passar mais devagar. Eu digo devagar mesmo. Tipo horas.
Aí você subiu o resto da escada e virou para mim.
Vi seu rosto angelical e olhei para o céu e me pergunte:
"Meu deus, o que que eu fiz para merecer isso? Doei 1 milhão de reais para caridade? Ajudei os meninos de rua? Dei comida e casa aos desabrigados? Ajudei os idosos e deficientes físicos? Não...não fiz nada disso!! Talvez eu seja mesmo um cara de sorte!."
Só de olhar para suas fotos sonho em te ver dinovo
sonho e pergunto a deus se preciso fazer alguma boa ação para realmente merecer estar perto de você e poder novamente viver segundos, minutos, horas ao seu lado.
sábado, 8 de setembro de 2007
Dia nublado de inverno (por Gigante)
Inverno do ano de 2007 e eu na minha cama, com as cobertas mas com frio. Com frio e triste. Com frio, triste e com saudades. Saudades dos nossos carinhos matinais, nosso abraços e nossos cafés-da-manhã juntos. Tempos em que eu me sentia feliz. Feliz por ter alguem comigo. Alguem especial e que me fazia ira às nuvens. É aquela pessoa que te faz viajar o dia inteiro e você não estar nem aí para o que esta perdendo no planeta terra. Tenho saudades das nossas risadas e gargalhadas compartilhadas, da sua voz doce me contando como foi o dia. O dia que eu nem sabia os detalhes pois me perdia em sua face e imaginava como eu era um cara de sorte por poder te tocar, te beijar, te abraçar. Agora sou um nada, na cama e com frio. muito frio
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
ÔÔÔ VIDÃO!
Corri o dia inteiro, de lá pra cá e de cá pra lá, me matei de correr atraz do maldito lixeiro tentando invadir minha propriedade -o que me irrita é sua roupinha laranja- e ainda por cima o viado do carteiro tentando me irritar e pra piorar a situação o pentelho do cachorro da tia do meu pai é solto junto a mim no quintal. Não existe animal mais irritante que esse. É daqueles animais jovens que só pensam em brincar e brincar e não vêem que eu ja tenho 7 anos de idade!!!Enfim, corri o dia inteiro e só queria um descanço merecido, daqueles que só eu mereço, um descanço bem longo.Meu pai (dono) me põe pra dentro, com a finalidade de me fazer calar a boca e parar de latir - tudo proposital pra eu entrar- e então corri pra minha varanda. Senti o prazer do chão geladinho quando enfim me extribuxei no tão desejado solo. Vi os passarinhos passarem felizes e satisfeitos, pequenas formigas e macaquinhos, mas não movi o músculo de tão cansado e reparei num curioso animal rastejando na grama e... EI!! DÁ PRA TIRAR ESSA PORCARIA DE CÂMERA DA MINHA CARA??
FIM
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Ela (por gigante)
Ela pegou minha atenção, com seu jeitinho carinhoso de ser, de conversar, de escrever e de mostrar seus sentimentos. Foi derrepente que nem aqueles infartos fulminantes. Ela me fez querer abrir mais meu coração com sua conversa boa e gostosa, seus cabelos morenos me laçaram e seus lindos olhos escuros me fizeram cego. Cego de amor, cego de paixão, daquelas q passa e arranca tudo pelo caminho.
Seu jeito atleticana de ser (GAAALO!!!), suas manias e virtudes, suas palavras me comovem.
É. Eu te amo
Seu jeito atleticana de ser (GAAALO!!!), suas manias e virtudes, suas palavras me comovem.
É. Eu te amo
Ajudar não machuca!(Por Gigante)
(Texto original e sem preocupações com a norma culta)
Eu andava pela avenida bento simão, despreocupado com a vida, pensando bem o que farei e o que dexei de fazer, pensando numa soluções para pequenos problemas da minha vida que me encomodam sempre, como por exemplo perder aquela banha na barriga. Pois bem, continuando, tava eu dando minha caminhada até minha aula de Boxe, o que explica minha mão toda arrebentada, e eu me deparo com aquela cena em que todos pensariam: - Ai que nojo!!!
porem não foi o meu sentimento naquele momento.
Me deparei com uma árvore cheia, cheia não. Lotada de morcegos, pois era noite e aquele é um famoso ponto de encontros de morcegos a noite, dizia o morador a frente da tal casa. Não reparava muito nesse interessante fato e esperei para ver o que que ia acontecer desta cena "chocante"
E claro, o inevitavel aconteceu, os morcegos sairam voando para outro loca, mas um deles, pelo que parecia, um filhote, caiu no chão e não conseguia voar, parecia muito novo ainda para tal árdua tarefa. Tirei o nojo do fundo da minha alma, igual campeonato de escarro a distância e peguei o pobre filhote do meio da rua, local que tal figura tinha se estribuchado no chão.
Ele estava assustado mas não machucado, um fato impressionante relacionado à altura da queda, então o coloquei devolta em seu lar, a árvore das belas quaresmeiras que começaram a brotar. Pensei no fato e lembrei de uma peça de teatro realizada por mim e meus colegas e escrita por nossa colega, Laura Cohen. Não importa a diferença das pessoas ou animais, ajude-os com boa vontade e com certeza voce receberá em troca, nem que seja um mero abraço, mas um abraço com um gosto à mais, da amizade esterna.
(Texto original e sem preocupações com a norma culta)
Eu andava pela avenida bento simão, despreocupado com a vida, pensando bem o que farei e o que dexei de fazer, pensando numa soluções para pequenos problemas da minha vida que me encomodam sempre, como por exemplo perder aquela banha na barriga. Pois bem, continuando, tava eu dando minha caminhada até minha aula de Boxe, o que explica minha mão toda arrebentada, e eu me deparo com aquela cena em que todos pensariam: - Ai que nojo!!!
porem não foi o meu sentimento naquele momento.
Me deparei com uma árvore cheia, cheia não. Lotada de morcegos, pois era noite e aquele é um famoso ponto de encontros de morcegos a noite, dizia o morador a frente da tal casa. Não reparava muito nesse interessante fato e esperei para ver o que que ia acontecer desta cena "chocante"
E claro, o inevitavel aconteceu, os morcegos sairam voando para outro loca, mas um deles, pelo que parecia, um filhote, caiu no chão e não conseguia voar, parecia muito novo ainda para tal árdua tarefa. Tirei o nojo do fundo da minha alma, igual campeonato de escarro a distância e peguei o pobre filhote do meio da rua, local que tal figura tinha se estribuchado no chão.
Ele estava assustado mas não machucado, um fato impressionante relacionado à altura da queda, então o coloquei devolta em seu lar, a árvore das belas quaresmeiras que começaram a brotar. Pensei no fato e lembrei de uma peça de teatro realizada por mim e meus colegas e escrita por nossa colega, Laura Cohen. Não importa a diferença das pessoas ou animais, ajude-os com boa vontade e com certeza voce receberá em troca, nem que seja um mero abraço, mas um abraço com um gosto à mais, da amizade esterna.
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Pra que?
Pra que arrumar a cama
se depois
Vou desarrumar
Pra que acordar
se depois
voltarei a durmir
Pra que escrever este poema
se depois
será esquecido e ultrapassado por outras postagens
Pra que comprar coisas caras
se depois
vem os juros altos
Pra que pensar em você
se depois
sentirei saldades
Pra que me apaixonar
se depois
irei amar
Pra que?
Para todas as perguntas uma resposta
Pra aproveitar a vida ao máximo
e as coisas bobas da vida.
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