sábado, 16 de outubro de 2010

Eu vejo...


Pode ser uma falha grotesca na minha personalidade, uma brecha no meu coração ou uma ''iluminação'' no meu cérebro. Pode ser uma falha feia no meu modo de ser e uma atitude que eu não consigo compreender, mas eu vejo coisas que não são....
Vejo um vasto campo de trigo em uma floresta de eucaliptos...vejo, num lote vago, uma bela de uma caça, com rede na varanda lareira e crianças correndo pelo jardim. Consigo enchergar soluções pitorescas e esdrúxulas para problemas simples e de fácil solução. Vejo sorrisos em rostos triste, vejo chuva em dia de sol e vice versa. Vejo um espetáculo em um teatro vazio, música em piano fechado e letras lindas num papel em branco. Vejo tristeza em palhaços e lágrimas em seus olhos. Ciúmes em indiferenças...floresta sem verde... o incompreensível na objetividade. Eu vejo amor onde não há. E vejo amor sem loucuras...

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